Quantas vezes tem que dar errado para dar certo

Quantas vezes tem que dar errado para dar certo

Porque será que temos tanta dificuldade em mudar nosso comportamento dentro das nossas relações quando estamos vivendo uma situação difícil?

Um pequeno problema acaba se arrastando durante anos simplesmente porque nos negamos nos posicionar em uma outra perspectiva, muitas vezes mantendo aquela postura de quem sabe tudo, sem enxergar o potencial que teríamos de encontrar um caminho saudável dentro do furacão.

Engraçado que quando tudo acaba, e começamos algo novo, rapidamente a gente aprende! Porque não fazemos isso pra salvar a relação?

Qual a probabilidade de dar certo?

Começamos esse texto com todas essas perguntas porque grande parte da probabilidade de dar certo depende de como você vai respondê-las.
Quantas vezes já escutamos alguém dizer que já quebrou a cara em relações mal sucedidas, ou desesperançosos questionam a quantidade de vezes que tem que errar para dar certo.

Vivemos em dias descartáveis, tudo que quebra ou não funciona instintivamente queremos jogar fora, comprar outro e começar do zero. Comidas instantâneas e acesso a tudo com rapidez, nos levam a um pensamento praticamente preguiçoso de concertar as coisas.

O que fazer?

É claro que uma relação é feita de dois times, são dois jogadores tentando vencer o campeonato das fases juntos, e obviamente um não joga sozinho, mas você sabe o tamanho da capacidade que tem de levantar o outro? O poder mágico das palavras, atitudes, conversas, e principalmente da paciência? Talvez a pressa dos dias nos atrapalham mais do que imaginamos, e cada dia mais se faz difícil jogar no mesmo time.
Mas se a pergunta é: “quantas vezes tem que dar errado pra dar certo?” Nós a transformamos em: “Quantas tentativas eu tentei pra dar certo?

O objetivo é aprendermos isso antes de desistirmos do jogo, poderíamos dizer que muito vai depender da quantidade de horas que você vai passar conversando, ou do tempo que vai levar ouvindo. Mas você sabe qual jogada vocês jogam melhor, e nada mais criativo que a paciência e o amor.

Que o despertar venha antes do desistir, e se tiver que começar do zero, que os pequenos concertos sejam feitos desde o começo. Mas que a maturidade do aprendizado chegue antes de se tornar mais um “errado”.

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