Quem sabe o que é ?

 

Quem sabe o que é??

Dica: não é pepino!

Deixe seu comentário: o que você acha que é??

 Resposta correta: Maxixe. 
 

Obrigada por todos que deram seu palpite.

Está aqui mais uma das contribuições africanas à nossa dieta. E se no Centro Sul o maxixe careca ou cabeludo não faz grande sucesso, no Rio de Janeiro, Norte de Minas, região Nordeste, Sul de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul ele é tão popular quanto quiabos e jilós. E por falar em jiló, há maxixes super amargos. Tanto que é comum, entre os mais experientes, ir cortando uma tampinha na altura do talo e lambendo para conferir o amargor. Se este pedaço denuncia, o fruto todo sai de cena para não contaminar os outros. Isto foi o que Eliana me contou. Acho que não me importaria com isto, já que gosto de jiló e coisas ainda mais amargas. De qualquer forma, a maioria das variedades brasileiras não é amarga, diferente dos tipos africanos. 

O que define se um maxixe é liso ou abundantemente espiculoso é um par de genes que podem ser duplamente recessivo ou duplamente dominante. Heterozigotos saem com grau intermediário de espículas. Mas esta pode ser uma característica selecionada e melhorada. O cruzamento da espécie Cucumis anguria com C. longipes também resulta em variedade lisa, conhecida como maxixe paulista.

 

Maxixe liso

 

 

Bem, os maxixes espiculosos fazem rodelas com desenho interessante.

Mas normalmente são raspados para ficarem mais agradáveis de comer. Já os lisos podem ser fatiados com casca ou cozidos inteiros. Picadinhos, podem entrar em saladas como os pepinos. E no picles um e outro se saem muito bem.

 

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